Deixou o médico de boca aberta

Certo dia o Cesar vai ao médico e queixa-se que se sente muito fraco.

O médico faz-lhe um exame completo e não consegue descobrir nenhuma razão para a sua fraqueza até que por acaso se lembra de lhe perguntar:
– Diga-me uma coisa, Sr. Engº. Quantas vezes é que tem relações com a sua namorada?

– Em média umas duas por dia. Umas vezes são mais, outras são menos, mas normalmente temos relações uma vez de manhã e uma vez a noite.

– E é tudo? – pergunta o médico não sem uma certa ironia.

– Bem, tudo não é. Há lá no prédio uma vizinha, a menina Alice do 3° Esq., que de mim não quer outra coisa. Mas, como lá no prédio é perigoso eu inibo-me um bocado, de modo que só temos relações umas tres ou quatro vezes por semana.

– Bem, em termos de vida de coisar não há mais nada, não? – pergunta o médico.

– Bem, de caracter regular só falta mencionar a minha secretaria. Ela é uma moça danada, muito bonita, de modo que vamos para a cama talvez umas quatro ou cinco vezes por semana. Talvez mais, se contarmos com as vezes que almoçamos os dois no escritorio.

O medico está abismado.

– Bem, e é tudo, nao é, Sr. Engº?

– É, em termos regulares sim. O Sr. conhece como eu as mulheres e compreende que de vez em quando se pesca uma ou outra assim pelos bares. Mas isso nao acontece mais que umas dez a quinze vezes por mês.

O medico não cabe em si de espanto.
– E com toda essa actividade o sr. Eng.º não sabe qual a origem do seu cansaço?

– Não sei, não, Sr. Doutor. Ando cá com uma fé que se calhar ando a tocar ao bicho demais. .

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